Cinema


Algum tempo atrás vi o anúncio do lançamento do remake de Sexta-Feira 13.  E o melhor de tudo, o filme iria lançar numa Sexta-Feira 13. Peguei o calendário e localizei tal dia e fiquei contando as semanas. Não via a hora de assistir, e principalmente assistir numa sexta feira 13.

Porém meu drama começou quando o cinema da minha cidade (lixo) e de uma cidade bem próximo não iriam estrear o filme na data. Porém em uma cidade um pouco mais distante a estréia era certeza! Não tive outra opção, gasolina no tanque, dinheiro no bolso, namorada e amigos pra dentro do carro.

Já no cinema a ansiosidade era grande, ou seja, poder assistir a um filme que adoro, numa data especial!

Para quem conhece a série Sexta-Feira 13, o filme resume as 3 primeiras partes. A parte 1 é narrada bem no início do filme com menos de 5 minutos. A parte 2 se estende por volta de 20 minutos. E a terceira parte segue até o final do filme, que é onde o assassino Jason encontra sua famosa máscara e continua sua matança.

Não há muito o que se explicar na sinopse, mas apenas lembrar que os visitantes do acampamento “Crystal Lake” são vítimas mortais da sede de vingança do vilão Jason (ou heróis para alguns).

O que posso complementar sobre este remake, é que fizeram um Jason bem mais humano e menos “zumbi” como nos outros filmes. É possível perceber que Jason se alimenta, dorme e inclusive monta armadilhas para descobrir se alguém se aproxima, e assim virar uma vítima. É interessante também perceber diversos elementos dos outros filmes. Por exemplo na casa em que Jason vive escondido, pode-se ver vários objetos guardados, incluive uma cadeira de rodas, que foi de um rapaz assassinado na antiga parte 2 da série.

Eu como fã da série e também de Jason, gostei muito desse remake. Foi ótimo perceber que trataram o filme a sério e fizeram uma excelente produção. Bom dizer também que conseguiram dosar o filme com cenas de suspense e outras simplesmente hilárias, que tiravam risos da platéia. Ou seja, ao mesmo tempo que apavora os mais sensíveis, existem também piadas muito boas dos personagens do filme.

Para quem não assistiu, foi uma pena ter perdido um momento histórico como esse, ver esse filme, nesta data! Tenho certeza que vou continuar contando a todos com orgulho, de que assisti Sexta-Feira 13 em uma Sexta-Feira 13!

Um título desses é capaz de assustar qualquer um. Experimente assistir o filme!

Lembrando de cada cena deste filme, sinto uma saudade de quando existiam clássicos do gênero terror. Estive procurando por algum ultimamente porém não encontro. Portanto já deixei bem claro que este é um dos grandes clássicos de terror. Tanto foi um clássico como gerou mais dois filmes, revistas em quadrinhos, jogos de video-game e transformou o personagem Ash, em um herói. Ash inclusive já enfrentou nos quadrinhos Freddy Krueger e Jason Vorhees (dos filmes A Hora do Pesadelo e Sexta-Feira 13).

O filme fica melhor se nos imaginarmos na situação em que os cinco amigos se encontram, indo passar um inocente final de semana na montanhas, em uma casa bem velha à frente de uma floresta nada amigável. Apesar de acharem o local não tão agradável resolvem ficar, porém tudo muda quando encontram no porão um gravador e um livro. No gravador ouvem a tradução do livro, que é chamado de O Livro dos Mortos. Com isso, eles acabam despertando os demônios adormecidos nas florestas, dai em diante a vida deles não será mais a mesma.

Na época de seu lançamento, houve interrupção da justiça, a qual liberou o lançamento do filme com cortes. Isso apenas contribuir para justificar ao público de que o filme era “pesado”, e logo virou uma febre mundial.

Em breve falarei das outras duas sequências, chamadas no Brasil de Uma Noite Alucinante 2 e 3.

Até hoje me pergunto porque demorei tanto tempo pra assistir esse filme. Em várias visitas à locadora estive com ele em mãos, porém dizia a velha frase:  “Hoje não”, ou “Fica pra próxima”.

Então um dia curtindo as férias, resolvi alugar “O Amor não tira férias”, e com certeza não me decepcionei, pelo contrário, foi e continua sendo irresistível assistir de novo. Com excelentes atores e uma história muito divertida ficou fácil.

No filme, duas mulheres trocam de casa apenas para descobrir que uma mudança de endereço pode mudar as suas vidas. Iris Simpkins escreve para uma coluna sobre casamento no Daily Telegraph, e está apaixonada por um homem que vai se casar com outra mulher. Do outro lado do globo, Amanda Woods, dona de uma próspera agência de publicidade especializada em produzir trailers de filmes, descobre que seu companheiro tem sido infiel. Duas mulheres que não se conhecem e moram a 9.650 km de distância se vêem em situações não muito distantes. Decidida a não passar o Natal em sua cidade, Amanda descobre um site especializado em intercâmbio de casas e acredita que a cabana de Iris será o antídoto perfeito para seus problemas. Impulsivamente, as duas concordam em trocar de casa por duas semanas. Iris chega em Los Angeles num dia ensolarado e logo conhece Arthur, um famoso roteirista de Hollywood, e Miles, compositor de cinema que trabalha com o ex-namorado de Amanda. Enquanto isso, quando Amanda começa a se aconchegar à solidão no interior da Inglaterra, o irmão de Iris bate à porta. Numa inesperada mudança de planos, elas acabam descobrindo que as melhores viagens são aquelas em que você deixa toda a sua “bagagem” para trás.

Enfim, uma história muito interessante e com atuações brilhantes de Jude Law, Cameron Diaz, Kate Winslet e Jack Black.

Interessado em uma comédia romântica e 100% agradável?? Então corra à locadora mais próxima e leve Três Vezes Amor, filme dos criadores dos excelentes “O Diário de Bridget Jones” e “Simplesmente Amor”.

O filme conta a história de Will Hayes que é um jovem de 30 e poucos anos que vive em Manhattan com a filha de 10 anos de idade, Maya. Will está se divorciando, quando Maya decide querer saber absolutamente tudo sobre como os pais se conheceram e se apaixonaram.$

Will não se intimida e começa a contar, mas descreve a ela três de seus relacionamentos passados, dando detalhes de cada uma das mulheres. Mas ele troca os nomes, para que a filha não descubra com qual ele veio a se casar. À medida que Maya começa a juntar as peças daquele quebra-cabeças, a menina passa a entender que o amor não é tão simples quanto parece.

O filme é ótimo, e o final é gostoso de se ver!

Meu quarto estava escuro, janelas e portas fechadas e comigo a dura indecisão de qual filme assistir naquela noite que também estava chuvosa. Logo cheguei à conclusão que o clima exigia um suspense bem aterrorizante.

Assim comecei a assistir Os Estranhos, e tive realmente o resultado que esperava: um suspense aterrorizante!

O filme começa quando o casal Kristen (Tyler) e James (Speedman) chegam à remota casa de veraneio dos pais de James, eles simplesmente querem descasar um pouco depois de uma noite difícil. Mas mal sabem eles que a noite está prestes a se tornar a pior de suas vidas quando três estranhos mascarados surgem em seu recanto aparentemente tranqüilo. Esses misteriosos estranhos têm um prazer doentio em aterrorizar o jovem casal, o que leva Kristen e James ao limite da sobrevivência, onde apenas seus instintos mais brutais podem salvar suas vidas.

O clima de suspense percorre o filme todo, as cenas de silêncio seguidas de sustos ajudam a criar o clima. A tensão que os personagens vivem acaba passando para quem assite.

Esperei esse filme como um filho! E minutos antes de começar, me sentia na sala do parto! Pode parecer exagero, mas é que realmente sou fã do herói Batman. Poucos anos atrás comemoramos a chegada de Batman Begins que foi um filme superior aos antigos filmes de Batman. E aguardamos com muita expectativa essa sequência chamada de Batman – O Cavaleiro das Trevas. Meses atrás já podíamos ver o trailer em que trazia a presença do tão esperado vilão Coringa, preenchendo portanto, nossas expectativas para que esse fosse o melhor filme de Batman até então.

Depois de duas horas e meia na sala de cinema, tenho a sensação de missão cumprida. O filme é espetacular! Do início ao fim a trama é muito bem amarrada, os personagens convencem e a presença do maior vilão de todos os tempos, o Coringa, fecha com chave de ouro esse novo filme do Batman.

O filme mostra um cenário nada agradável em Gotham. Além da máfia continuar agindo, surge a presença do Coringa, um maluco com pinta de palhaço que traz nada menos do que o Caos para a cidade. Enquanto o crime em geral só visa dinheiro, o Coringa quer apenas “ver o circo pegar fogo!” E é o que acontece, o terror está instalado em Gotham, e Batman sofre para pegar o Coringa e manter seguro o promotor Harvey Dent e sua amiga Rachel. Porém o plano de Coringa é realmente arrasador!

Para os fãs, muitos elementos das HQs estão presentes. E até para quem não é fã, dá para se deliciar com as cenas de ação e a excelente história. E não tem como não repetir, que o Coringa foi sensacional neste filme! Por fim, confesso que adentrei tanto na história, que vibrava com várias cenas, ao mesmo tempo que fui tão a fundo que o final do filme me emocionou. Realmente encho o peito pra dizer que este foi o melhor filme do Batman até então!

Vendo o título deste filme, o gênero drama, e o fato dos dois personagens principais terem câncer, já dá para imaginar muita coisa a respeito deste excelente filme. Jack Nicholson e Morgan Freeman estrelam esse drama que conta a história de duas pessoas opostas socialmente, um é bilionário e o outro um simples mecânico, porém ambos unidos por um mesmo fator, o câncer.

Ao se conhecerem no quarto do hospital, inicia ali uma grande amizade. Dessa amizade, nasce então o desejo de realizarem os últimos desejos de suas vidas. Começa então um passeio por vários lugares e situações, desde de saltos de pára-quedas até subir ao topo das pirâmides.

A história é bem interpretada e divertida. E mais próximo do final reviravoltas fazem você se emocionar e realmente entender muito o sentido da vida, sem contar os lenços úmidos.

Me lembro a anos atrás quando a DreamWorks anunciou lutar pelo mercado de animações, buscando assim “quebrar” o monopólio da Disney. Seu lançamento “O Princípe do Egito” realmente impressionou pela qualidade do enredo e da animação. Dai em diante diversos sucessos vieram, ressaltando a série Shrek e Madagascar. Com isso, hoje em dia já estou com minha cabeça mudada, e afirmo que sinônimo de animação pra mim é a Dreamworks! A Disney realmente não me cativa faz anos.

Em Kung Fu Panda não foi diferente. A DreamWorks mais uma vez traz um excelente filme, desta vez não tanto engraçado como Shrek, porém com mais aventura, já que o tema é Kung Fu.

Seu personagem principal, o título já ajuda a identificar, é um Urso Panda, um tanto obeso, pra não dizer extremamente obeso. Obcecado por Kung Fu, ele coleciona bonecos e histórias sobre esta arte marcial. Uma profecia está para ocorrer, e os mestres do templo devem escolher um guerreiro especial para enfrentar o mal que está por vir. “Sem querer….querendo” o Panda “gordinho” é escolhido dentre inúmeros lutadores. Dai em diante se torna engraçado seu treinamento e trapalhadas.

Por fim, mais uma vez um filme infantil de animação repassando uma mensagem belíssima visando tentar educar os futuros formadores de opinião em pessoas melhores do que uma sociedade um tanto perdida.

Divertidíssimo!

Confesso que pensei muito antes de começar a escrever sobre este filme. Como sempre os filmes do diretor e roteirista M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, Sinais, A vila), causam para uns ódio e para outros simplesmente um sabor gostoso de missão cumprida. Vou tentar mesclar as idéias positivas e negativas, apesar de defender que todos os filmes do diretor são excelentes.

Primeiramente acredito que o maior erro (ou acerto) foi o primeiro filme da carreira de M. Night Shyamalan, O Sexto Sentido, que foi e será eternamente genial, principalmente por um dos finais mais surpreendentes da história do cinema. Isso causou um enorme problema, pois agora todos aguardam dentro do suspense que o diretor cria em seus filmes, esse final genial. Depois de O Sexto Sentido, foram simplesmente histórias inteligentes e com finais que completavam essas histórias ou apenas passavam uma mensagem. Em “Corpo Fechado” o tema super-herói foi incrivelmente retratado. Em “Sinais”, alienígenas e fé. Em “A Vila”, medo e amor. Em “A Dama N’Água” uma fábula no mundo atual. E agora sim vamos começar a falar sobre “Fim dos Tempos”!

A história deste filme inicia-se arrepiando a espinha. Através de um vento sombrio que balança as árvores do Central Park, pessoas se tornam desorientadas e perdem os sentidos e consequentemente se matam. A epidemia se alastra, e todos pensam ser um ataque terrorista ou também algo ainda sem resposta. Enquanto isso diversos grupos de pessoas tentam fugir por estradas e campos. O problema é que esta morte silenciosa vai encontrando um por um.

O filme é recheado de suspense, e pessoas mais sensíveis com certeza irão se assustar. O clima do filme também é insano. É difícil você parar e imaginar algo que caminha silencioso e invisível e que de repente te ataca, fazendo com que cruelmente você mesmo se mate, ou com uma arma de fogo, ou com um cortador de gramas, um prendedor de cabelos ou cacos de vidro! Bem, já contei como várias pessoas morrem.

Verifiquei em alguns sites e também na sessão de cinema que fui, e as pessoas indignadas criticavam negativamente o filme, justamente esperando um final surpreendente e também não colocando os neurônios para pensar. No parágrafo adiante, farei colocações que talvez estrague a surpresa, portanto se você ainda não viu o filme, não leia o próximo parágrafo.

Contudo, a mensagem final que o filme busca passar é que nós, a humanidade, estamos a cada dia perturbando e destruindo a natureza. Um dia, de alguma maneira, a natureza traz com sua fúria uma vingança. Isso já acontece através de fenômenos destruidores, como furacões, tempestades, terremotos e vários outros. Em se tratando de um filme, o diretor fantasia colocando essa vingança da natureza de maneira fatal para o ser humano, fazendo com que ele mesmo se mate! Acredito que para muitos, essa idéia não ficou clara. Como eu mesmo disse, os filme de M. Night Shyamalan passam mensagens interessantes, e esta mensagem de “vamos cuidar da natureza” é realmente fantástica e cai muito bem em tempos que tanto se fala nisso, em cuidar daquilo que nos foi dado de toda graciosidade.

Não pude ir na estréia mas não via hora de assistir a este curioso filme sobre um curioso personagem. O slogan dizia “Existem heróis, existem super-heróis e existe….Hancock!”. A idéia que tive é que veria um novo super-herói nas telonas e uma possível aventura e ação em torno disso. Confesso que quebrei a cara! Em poucos minutos percebi que era sim uma aventura, porém recheada de comédia.

Will Smith interpreta um herói totalmente maluco que traz enormes prejuízos para a cidade devido a ser um tanto atrapalhado com seus super poderes. A história é bem feita e o filme se torna interessante do início ao fim. Charlize Theron também está no filme e guarda consigo um segredo.

Indico Hancock para aqueles que estão buscando diversão. O filme tem belos efeitos especiais, boas cenas de aventura e com certeza algumas risadas. Vale a pena!!!

Obs.: Quando terminar o filme e aparecer as “letrinhas” não vão embora, tem surpresinha um minuto depois.

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